O ápice histórico do endividamento e inadimplência das famílias brasileiras.


Um recente relatório divulgado pelo programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), um braço institucional da ONU, aponta um cenário de endividamento preocupante no Brasil.


O estudo revela que sete em cada dez famílias brasileiras se endividaram durante a pandemia, sendo que 43,2% desses núcleos familiares não devem conseguir honrar seus compromissos financeiros. (Dados: PNUD).


Já a PEIC (Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor), nos mostra que o número de brasileiros endividados chegou a um novo recorde em abril de 2022. A entidade revela que 77,7% fecharam o mês com alguma dívida. Este é o maior percentual da história mapeado desde março de 2010, quando se iniciou este mapeamento.


Este “ápice histórico” é explicado em partes pela inflação alta, persistente e disseminada da atual conjuntura econômica do nosso país, além do contínuo encarecimento do crédito e a fragilidade apresentada pelo mercado de trabalho que devem seguir afetando negativamente a dinâmica da inadimplência.

A alta dos juros impacta diretamente e negativamente o orçamento familiar atingindo amplamente todas as classes sociais. A necessidade de crédito para reorganização da renda faz com que endividados encontrem nos recursos de apoio, oferecidos por terceiros, a solução ideal para a manutenção do consumo e sobrevivência de itens básicos. Desta maneira, o cartão de crédito se mantém como o tipo de dívida mais comum entre os consumidores brasileiros o que nos evidencia que o endividamento está ocorrendo essencialmente no consumo de curto prazo.


Em sua maioria este consumidores informam que não possuem condições de quitar contas ou dívidas em atraso e, portanto, permanecerão inadimplentes.


Nunca a palavra “desemprego” foi tão debatida como nos últimos tempos. Exemplo disso, são os dados acerca desta temática que desvendam pelo menos 11,9 milhões de pessoas sem trabalho no país. O Brasil aparece com a 9ª pior estimativa de desemprego em 2022, em um ranking que tem projeções do FMI para 102 países.


Não há dúvidas que a economia do Brasil presenciará variados desafios econômicos e sociais uma vez que, muitas dessas pessoas poderão enfrentar dificuldades para se inserir ou se manter no mercado consumidor.


A economia ainda segue uma variável indefinida e desliza no quesito indicadores. O cenário é de instabilidade e requer atenção dos trabalhadores e também das empresas que viabilizam seu poder de compra dado que, o universo de endividados e inadimplentes tendem a piorar ainda mais no decorrer de 2022 apresentando melhora apenas a partir 2023, segundo especialistas.


Não há dúvidas que que a inadimplência é uma das principais vilãs que ameaçam a saúde financeira das empresas uma vez que, se o índice de clientes inadimplentes sair do controle, o resultado pode ser o endividamento e a dificuldade em seguir com os planos de investimento e expansão. Por isso, é fundamental tomar medidas para prevenir e combater a inadimplência no seu negócio antes que você tenha prejuízos graves.


Além disso, a inadimplência dos seus clientes também pode afetar outras áreas estratégicas da sua empresa, fazendo com que você deixe de investir em pontos cruciais para o negócio. No entanto, existem estratégias de cobrança e automação de pagamentos que podem te ajudar a evitar esse desconforto.


Com tecnologia avançada, a plataforma de análise de crédito Neocredit permite que a concessão de crédito seja extremamente rápida e segura, cruzando e validando as informações em tempo real através de centenas de dados precisos. Desta forma a sua empresa pode evitar de tomar a decisão errada.


Avalie o bom relacionamento de seu cliente com o mercado antes de conceder empréstimos, financiamentos e outras operações de crédito. Reduza a inadimplência e previna-se contra o atual cenário de instabilidade presente no universo dos consumidores.


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